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sexta-feira, 22 de abril de 2011

Ovos de Páscoa, trufas, bombons e o coelhinho


Primeiro, peço desculpas pelo alto nível de floodagem de fotos nesta postagem. hehehehe... Mas eu queria mostrar a vocês uma parte do que andei fazendo nos últimos dias: meus chocolates. Não poderia, claro, mostrá-los sem as fotos, então - que jeito! -, flood fotográfico para vocês.

Vale dizer que, para ver as fotos maiores, como sempre, basta clicar sobre elas.

Aí em cima, em detalhe, um coelhinho que enfeitava o ovo de Páscoa de um menininho, filho de uma amiga, que eu queria presentear.


Fiz um montão de ovos e só algumas trufas, mas, pela delicadeza, elas acabaram sendo minhas preferidas. Peguei algumas receitas pela net e inventei outras tantas. Aí abaixo, uma das que mais gostei, tanto pela aparência quanto pelo recheio. E, como também fiz bombons em forma de moranguinho, resolvi passar glitter nas trufas.



Aqui, dois estojinhos de trufas. Os sabores eram banana, cereja, morango e maracujá. Quis fazer uma com baba-de-moça, outra de amora, outra de abacaxi, outra de menta, outra de café... Enfim, outras de muitos sabores, mas não arranjei tempo... Entreguei, no entanto, alguns ovos trufados, mas que não fotografei.



Os estojinhos de trufas eram entregues assim:




Para os ovos de Páscoa de mocinhas e crianças, inventei de fazer flores. Comecei fazendo umas em rosa, depois tentei o lilás e, por fim, ganhei confiança para fazer flores lilases e rosinhas em um único ovo. Na última foto, vocês podem ver o ovo que tinha o coelhinho.



Já tinha feito uns dois ou três ovos iguais ao que dei para meu médico, então, para o professor do Frank, tentei a mesma técnica, só que no "negativo", ou seja, o que antes tinha chocolate black, troquei pelo branco; o que era em branco, troquei por ao leite. Não deu para mostrar bem com a foto, mas na frente do ovo, colei um cachorrinho de chocolate para o Duda se lembrar do Frank.




Bom, mas fazendo tantos ovos, o que vai dentro deles, vocês devem se perguntar. Aqui vai a resposta:

Confeitos de açúcar com motivos de Páscoa e...




... coelhinhos de pelúcia, como os abaixo (eram cinco modelos diferentes), quando são ovos para crianças, além de chumbinho (flocos de cereais recobertos por chocolate branco e ao leite) e bombonzinhos maciços embrulhados em papelinhos coloridos.




Aqui, mais uns bombons que fiz para rechear os ovos. Na foto do meio há cachorrinhos iguais aos que colei na frente do ovo dado ao professor do Frank. Na última imagem, o modo como os bombons eram embrulhados. Adorei esses papelinhos diferentes, estampados.



E é só, pessoal. Fiz outros ovos, outros bombons, mas, infelizmente, com a pressa, não os fotografei... Fico devendo-os para a próxima Páscoa.

Aliás, para a próxima Páscoa, acho que vou aceitar encomendas. Todo mundo que ganhou ovo me disse que parentes e amigos adoraram os ditos cujinhos, o fato de terem desenhos em chocolate. Perguntram onde os ovos haviam sido comprados para que pudessem comprar também. Quando souberam que era "a eu" que os fazia, quiseram encomendar. Não aceitei cerca de cinco encomendas certas (ai, eu estava cansaaaada!), mas acho que para a Páscoa de 2012, vou aceitá-las, sim! Já até pensei em novidades. Vou parar de usar laços prontos. Farei laços de fita de verdade, com cenourinhas de tecido e feltro, além de coelhinhos para arrematar os lacinhos.

Quero desejar a todas uma feliz Páscoa com muitas guloseimas, amigos e familiares queridos por perto.

domingo, 17 de abril de 2011

E uma semana antes da Páscoa...



... aqui está meu centrinho de coelhinhos! Lembram-se? É aquele que apresentei aqui, que vi em uma revista portuguesa e que me apaixonei assim que pousei os olhos sobre ele.

Adorei fazê-lo. Acabei-o ontem à noite e, hoje, com a função dos chocolates - que têm roubado quase todo meu tempo, inclusive o que reservava para crochetar -, esqueci-me de fotografá-lo lá fora, com luz natural. Ainda assim, quis mostrá-lo a vocês.

Uma das coisas que adoro no crochet de filet é que a simplicidade na elaboração contrasta com a aparência sofisticada que se consegue quando a peça está pronta. Uma de minhas amigas é apaixonada pelos meus crochetzinhos de filet. Diz que, no meu testamento, é para eu deixar o centro de mesa lilás de rosas e uma passadeirinha pequenina (que ainda não mostrei aqui a vocês) para ela. Acho que minha amiga vai requisitar, no almoço de Páscoa aqui em casa, mais uma peça para a futura coleção dela. Mwahahahaha!



Esta semana, recebi um informativo do Annie's Attic, site que tem um monte de projetos interessantes para crochet, tricot, ponto cruz, bordados e outros trabalhos manuais. Um dos projetos apresentados na newsletter me interessou e fui até a página.

No Annie's, eles fazem pesquisas semanais. Desta vez, o assunto eram prazos, com a pergunta "Como você se sente a respeito de bordar (crochetar, tricotar) com prazo?" Eram seis respostas e a que ia vencendo a pesquisa era: "Prefiro bordar (crochetar, tricotar) no meu próprio ritmo", seguida por "Eu não me importo, se para ocasiões especiais".

Identifiquei-me. Também sou assim. Nos SALs, descobri que prazos para algo que, para mim, é divertimento e distração não me caem bem. Já cumpro muitos prazos profissionalmente. Cada cliente, um prazo. Algumas vezes, muitos clientes e um prazo coincidente. Isso me deixa tensa e tensão não combina com passatempo e distração.

Em um mundo rápido, em que esperar um pouquinho para entrar na cabine de prova em uma loja de roupas (como vi ontem uma mulher tendo um piti com a funcionária que cuidava da entrada e saída das cabines porque a mocinha precisava, primeiro, liberar uma senhora para a saída), em que ninguém espera o sinal ficar verde (saem logo no finalzinho do prazo do vermelho, podendo causar acidentes), em que se come tudo pronto nos fast foods porque não se tem paciência de esperar em um restaurante ou cozinhar em casa; fazer as coisas devagar e com consciência é uma dádiva! Tudo bem para quem se diverte com os prazos, contudo, não sou bem assim.

Sobre a pressa dos nossos dias, cheios de prazos, não é à toa que pelo mundo criam movimentos como, por exemplo, o slow food, que tem um pezinho na calma, na falta de pressa, como já diz o nome. Acho que sou do slow stitch. Faço as coisas eu mesma, com prazer e devagar, tomando a consciência do trabalho. Sou, entretanto, capaz de forçar um pouquinho o ritmo se/quando necessário para alguma ocasião especial, como na pesquisa do Annie's Attic. Em suma, consigo , sim, lidar com prazos; mas prefiro, simplesmente, não.



Editando:

Sobre UFOs, que a Isadora mencionou, também não gosto deles. Passada a Páscoa, volto a pegar um que é o meu mais antigo. Nunca o mostrei aqui no blog. Acabo o trabalho e mostro aqui para vocês. Quero, pouco a pouco, ir me livrando de todos os meus UFOs.



Clique sobre as imagens para vê-las maiores.




quinta-feira, 14 de abril de 2011

Vai um chocolatinho aí?




Páscoa se aproximando e todo mundo pensa em... chocolate! Ovos, bombons, trufas, pirulitos, tudo de chocolate. Eu, como chocólatra, resolvi me render à vontade de aprender e eliminar o intermediário. hahaha!

Semana passada, fiz um cursinho rápido de manuseio de chocolates. Ao fim das três horas de aula, já me sentia capaz de lidar com forminhas, ponto certo de aquecimento (embora eu reconheça que preciso comprar um termômetro para chocolate), choque térmico, técnicas de coloração, resfriamento, enfim, tudo para fazer meus próprios chocolatinhos.

Fazer só para mim não tinha sentido, então, pensei em alguns amigos para presentear e, quando vi, a lista já estava grande. Resultado: estou em um corre-corre de chocolateiras profissionais, dessas que fazem para vender.

Depois de muita bagunça na cozinha, hoje, finalmente, saíram meus dois primeiros ovos: um para meu ortopedista (chocolate black com caracóis e arabescos de chocolate branco ao rum), outro para a secretária dele (chocolate branco com confeitos do tipo Confeti).

Recheei os dois ovos de 500 gramas com bombonzinhos maciços que eu mesma fiz (os da foto da abertura desta postagem) de chocolate ao leite, meio-amargo, branco e black. Para não se resumirem só a isso, usei mesclas e coisinhas gostosas para misturar à massa de chocolate como flocos de cereais, flocos crocantes de frutas vermelhas, nozes picadas e amêndoas também picadinhas, além de corantes (para a florzinha e a cenourinha) e aromatizantes (essências de laranja, amêndoa) e saborizantes (licores de café, amareto e rum). Fiz outras variedades que não fotografei (não deu tempo!). Para deixar os ovos generosamente recheados, usei floquinhos de cereais banhados em chocolate e confeitos de açúcar com formas de coelhinhos e cenouras. A Deise pediu, e eu fotografei alguns bombons, além dos ovos já prontos e embalados, para que vocês possam dar uma olhadinha nos meus primeiros chocolatinhos.
E então, meninas? O que acharam? Eu estou assim, ó:
Semana que vem, começo com as trufas! Yeyyyyyyyyyyyyyy!!!!

Posso não ser uma chocolatier daquelas chiques, mas é muito gostoso aprender a fazer gostosuras e poder compartilhar todas essas coisinhas boas com meus amigos. Alguns deles, que já provaram alguns bombons, aprovaram (e pediram ovos para si próprios... Ai... ó.o).

Conforme for fazendo mais ovos e bombons, fotografo e posto aqui para vocês verem.


Ah, perguntinha! Dos bombonzinhos, quais vocês acharam mais fofos? Eu me apaixonei pela cenourinha.




Clique nas imagens abaixo para vê-las maiores.




sábado, 26 de março de 2011

Será que dá?


Ontem, depois de uma rápida visita ao supermercado, passei em uma banca de jornais. Achei uma revista portuguesa de crochet que adoro, a "Diana - Croché de filé". Andei perdendo alguns números, quando não pude sair de casa no ano passado (por causa do primeiro pós-cirúrgico) e agora também por este mais recente. Detesto, contudo, perder a sequência da Diana, especialmente porque quase tudo que sai na revista é fabuloso, além disso, é difícil conseguir essas revistas aqui na minha cidade. Só vão três ou quatro exemplares para duas bancas que conheço.

Bem, mas fora o blá-blá-blá, nesta edição 46 encontrei a toalha de mesa acima, com esse aplique fofo de coelhinhos. São 73 x 77 quadradinhos e resolvi usar a linha Camila, da Corrente, na cor branca. Sei que achei esse tesouro já meio em cima da Páscoa, uma vez que a revista portuguesa demora a chegar aqui no Brasil. Encantei-me tanto com os bichinhos que resolvi tentar finalizar o aplique e ter a toalha prontinha para a Páscoa. A perguntas são... hmmmm... será que dá? Será que vou conseguir? Será que vou ter velocidade para tanto? E, a mais crítica das perguntas: será que vou ter tempo para crochetar tanto, tão seguidamente e com data marcada?



Editando:

Gente! E não é que deu?! Olhem só a peça prontinha aqui uma semana antes da Páscoa.


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