Como diria o Charlie Harper, personagem principal da série Two and a Half Men, interpretado pelo (lamentável) Charlie Sheen (e eu gostava tanto dele! Buááá!): "Hello, everybody! This is the love of my life!" Essas florinhas têm de ser o amor da minha vida. Afinal, vou dedicar a elas um tempo de BAP (Big Ass Project, explicado graciosamente pela Isadora bem aqui) que, para uma iniciante em crochet, é quase um casamento.
"Sim, são 289 florezinhas, oras", diriam algumas de vocês, justificando o status de BAP do meu singelíssimo centro de mesa. "Não, não, minhas caras", digo-lhes eu. Refiz os cálculos (sempre fui ruim em Matemática) e não serão 289 florezinhas. Serão - sentem-se direito para não caírem da cadeira - exatamente 361 florezinhas para conseguir o efeito de revezamento de cores que eu quero. Uma lindeza, não? Huahahahahaha! Seguindo a influência das siglas em inglês, minha reação, ao ver o número final da conta de multiplicação foi dizer três letrinhas de uma sigla muito na moda entre a juventude de hoje: OMG (Oh, my God!, "Oh, meu Deus!") e ficar com a mesma expressão do OMG Cat.
Acho que, no crochet, inventei de fazer um EBAP: Extremaly Big Ass Project. Mas, ai!, tudo bem. Se brasileiro não desiste nunca, artesão tem de ter paciência com data de validade de 60 anos, como disse na postagem anterior. É entoar o Om e visualizar, no futuro, como, depois de todas as 361 florinhas, de todas as emendinhas verdes e depois do barrado que planejei prontinhos, vou ter um lindo, inigualável centro de mesa do tipo "não tem preço". Haja big ass!
Fofoquinha televisiva (blá, blá, blá, ué!): Depois de se acabar no crack, de fazer apologia à droga, de ser o ator mais bem pago da televisão norte-americana, de ser demitido com alarde da série mais assistida na América do Sul e de fazer ofensas racistas ao produtor do seriado, Charlie Sheen vai ter o lugar na série ocupado pelo Ashton Kutcher. Tudo bem, não quero ser agourenta nem torcer contra, como fez o Charlie Sheen (dor de cotovelo é fogo!), entretanto... hmmmm... será que vai dar certo? Acho o Kutcher tão sem salzinho, tadinho! Mas talvez seja exatamente isso, não é? Acho que a CBS e a Warner se encheram tanto do excesso de pimenta do Charlie Sheen que entraram em abstinência completa de tempero, até de sal, contratando o Ashton Kutcher com aquela carinha de bom moço.
Sem querer magoar ninguém - até porque me assumo como uma velhotinha de 42 anos (que se diverte muito com isso. Fazer o quê, se juventude está no espírito, velhice precoce também! Huahahaha!) -, é engraçado ver que o Charlie da série tem uma fixação por relacionamentos superficiais com mulheres extremamente jovens; já o Ashton Kutcher, na vida real, relaciona-se há tempos com uma mulher bem mais velha que ele! Curioso.
Sem querer magoar ninguém - até porque me assumo como uma velhotinha de 42 anos (que se diverte muito com isso. Fazer o quê, se juventude está no espírito, velhice precoce também! Huahahaha!) -, é engraçado ver que o Charlie da série tem uma fixação por relacionamentos superficiais com mulheres extremamente jovens; já o Ashton Kutcher, na vida real, relaciona-se há tempos com uma mulher bem mais velha que ele! Curioso.
Esse aí em cima, acomodado sobre minhas baguncinhas de domingo - com receitas de cozinha, crochet e ponto cruz - é minha nova aquisição japonesa. Um livro lindo chamado "Motif & Edging of Crochet Lace". Extraordinários, os trabalhinhos pequenos, rapidinhos e deslumbrantes que o livro tem. Acho que durante ou depois do meu EBAP vou mesmo precisar de coisinhas mais hmmm... digamos... frugais. A alternância, os opostos, enfim, são necessários. Acho que a vida é mesmo como a dança de Shiva, como deve ter aprendido há tempos minha amiga ex-praticante-de-ioga-totalmente-podiscrê Isadora.
